no bar badalado da cidade. dois caras. um cabeludo (total fora de moda) e um barbado (moda da estação).
Os dois conversando no meio do bar. a amiga cutuca a outra. um alvo para uma paquera… no momento em que elas olham para a avaliação, eis que o moço bota o dedo mindinho na boca e faz cara de dúvida.
A dúvida era:
a) acho que eu conheço aquele cara… [dedinho na boca]. Valha, eu conheço?
b) que calça jóia a daquele cara… [dedinho da boca]. será que eu compro uma igual pra mim?
c) acho que não combina… [dedinho] hummm… combina?
A duvida poderia ir mais além, retomando a historinha do O.B. Quem garante que ele não era o gato da O.B.struida? e a duvida em questão nesse caso poderia ser…
d) será que ela sentou numa cadeira melada de suco de groselha… [dedinho na boca] sentou?
Enfim, aquele dedinho de dúvida, despertou foi muitas dúvidas nas menininhas paquerantes, inclusive colocou em cheque a masculinidade do rapáz…(cá para nós, homens têm movimentos quadradros e mão firme, nada de dedinho mindinho na boca, isso é coisa de “homem em dúvida”.)
Essa questão ficou martelando nossas cabeças pensantes a noite inteira. a baladinha acabou. a dúvida continua e daí a constatação; 40 % dos homens são gays, 20% dizem que não (mas já tiveram experiência homo, e gostaram!!) 15% gostariam de saber como é ¬¬ e os 15% restantes você divide entre os velhos brochas, os carecas, os suados, os bigodudos (aqueles que chupam as gotinhas de cerveja que ficam no bigode) enfim… O negócio tá MÁRA, né não?!
OBS: todos os dados apresentados são com base em pesquisas ferrenhas de campo, ferrenhas mesmo hein, por que a gente não desiste de encontrar aquele que diferentemente dos 40% + 20% + 15% = 75% (AI MEU DEUS, MORRI +_+) está no grupo dos 15% heteros e não é nem velho, nem brocha, nem suado, muito menos bigodudo.
Assim seja!