
Dos papos antigos com amigas sumidas…
Junho 19, 2008
Ando carente, insegura e cheia de coisinhas chatas de gente chata.
Quando estou assim, às vezes busco algo pra me tirar dessa merda, outras vezes fico futricando o passado e me enfiando cada vez mais na lama.
Pois que estava futricando escritos em um blog meu abandonado e li isso, que era uma conversa com uma amiga e que, gostei tanto do que ela escreveu, que salvei.
A pergunta era: Mas você ainda o ama?
a resposta:
“Amar? Ele é o da minha, definitivamente. Por isso o desespero, porque daqui a pouco vai acontecer que eu vou abrir mão da emoção. Aí depois é aquele quadro que a gente conhece: eu viro mãe do filho dele e ele pai do meu filho. A gente faz amor vez ou outra, ele me chama de mãe, eu o chamo de pai, talvez venham as traições. Aí a gente faz todas as bodas e morre de infarto. Assim, sem enfâse. Duma hora pra outra. Pensando que foi feliz, o pior”
(Me afundou mais, claro! Mas não deixa de ser lindo)