lendo os comentário no post sobre Homem que tem medo de mulher que Bomba, uma frase que merece destaque:
“Eu te dou o que a sandy tem de bom no meu estilo Madonna!”

lendo os comentário no post sobre Homem que tem medo de mulher que Bomba, uma frase que merece destaque:
“Eu te dou o que a sandy tem de bom no meu estilo Madonna!”

Nunca fiz terapia, mas deveria.
Cheguei a essa conclusão esses dias, ao perceber que em papos com minhas amigas, me conheço muito mais e percebo coisas que não perceberia sozinha.
Esses dias o assunto era “como as pessoas mudaram. e nós, mudamos também?”. Eu acreditava que tinha mudado muito, vinha em uma caminhada a me tornar uma pessoa melhor. E no meio do papo, assim, sem perceber, notei que na verdade quem havia mudado não era exatamente eu, mas as pessoas que carrego ao meu redor.
Eu era insegura e tentava agradar a todo mundo, mesmo sabendo que aquela pessoa não gostava de mim declaradamente. Notei o quanto me fez bem querer ao meu lado só quem me quer bem.
Antes, por causa de uma pessoa que eu gostava, eu me via rodeada de pessoas que só me criticavam, falavam mal de mim e não faziam o menor esforço para que eu me sentisse bem. Ele, coitado, até se eforçava, mas não era o suficiente.
Então eu vi que hoje, estou ao lado de alguém que gosto e sempre acompanhada por pessoas queridas. Foi isso que me fez ser alguém mais legal, ter comigo gente que gosta de mim como eu sou! E não troco isso por mais nada (nem ninguém)!

“Quem não tiver uma Amy Winehouse dentro de si que se apresente. Vai se apresentar para uma platéia vazia, obviamente, pois nessas ninguém está interessado. Mulheres que não admitem a sua dor – aquelas que são perfeitamente esquecíveis – não merecem nenhuma poesia, ou rascunho, ou rápida melodia, pois se recusam a abrir mão do conforto de uma farsa em nome de uma verdadeira vocação: a de sofrer belamente.
O Drummond escreveu que “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Um verso bonito, além de sábio, porém tipicamente masculino. Mulheres não sofrem por opção, sofrem por evolução. Nós sofremos porque percebemos coisas que os homens ainda não são capazes. Talvez, um dia.
Não há, portanto, a mulher que não sofra – há a que não se mostra. Já que o sofrimento é, para nós, uma espécie de vestido lindo, antigo e bem adornado; um Paul Poiret. À nossa disposição, no cabide. Então usaremos essa roupa, não tenham a menor dúvida. E algumas de nós o farão em público, deslumbrantemente. Como é o caso da Amy.
Você olha para ela e vê que aquela é sua maior aptidão: existir sob esse manto raro, por vezes sombrio, que a cobre. Não há nada em Amy Winehouse que não seja genuíno, e isso consegue ser gritante em sua música suave enquanto doce em sua aparência rude.
Atraente e repugnante ao mesmo tempo. Linda e digna de pena. Ora, pode haver imagem mais explícita da crucial inconstância feminina? Óbvio que é disgusting vê-la toda borrada, sem um dente, com sapatilhas a lhe denunciar as picadas que dá nos pés. Mas também é maravilhoso vê-la tão pequena, antiga de tão moderna, na medida que só os autênticos conseguem ser, e se equilibrar. Mesmo que essa idéia, a de equilíbrio, não pareça muito adequada à Amy. Para mim, é.
Amy Winehouse é um acontecimento secular, tipo Billie Holliday, Edith Piaf. A gente não tem como exigir higiene, ou conduta, ou senso de preservação, ou auto-estima, dessas mulheres. Seria pedir demais.”
“Como dizer para essa moça o que ela talvez devesse ouvir? “Ei, Amy, deixe esse cara pra lá, ele não vale tanto a pena.” “Ei, Amy, faz o seguinte: toma no máximo cinco cervejas quando for ao pub.” “Ei, Amy, fume seu baseado, mas deixe o resto de lado.” Imagina a cara que ela iria te olhar?
Pela Amy Winehouse, sinto essa contradição, acho, parecida com a de todas as mulheres. Eu me identifico com a delinqüente, e a mulherona que cobre o Blake de porrada, mas me preocupo, como uma mãe com uma filha, a ponto de rezar por ela todas as noites. Uma reza sincera, para que Deus a proteja, igual faço pelas minhas meninas.
Amy, olha só: você é tão jovem… E quando fico emocionada tenho essa mania, cafona e burra, de usar reticências… Mas não!… Para a Amy Winehouse, não cabem emocionalidades baratas. A triste junkie que habita em mim não suportaria parecer uma mãezona dócil que faz promessa.
Então, mais uma dose. Por que que a gente é assim?”
“Por que bad boys são “os fodões” e bad girls são “as fodidas”? Por que os bad boys são símbolo de liberdade e as bad girls são presas para servir de símbolo? Por que bad boys são assim por rebeldia e as bad girls são assim por sem-vergonhice?
Aparentemente, o mau comportamento ficou de fora das conquistas feministas. Então que seja esta nossa nova luta: pela igualdade de direito de errar. Direito de fazer o que não se deve. De chegar em paz ao fundo do poço.
Dean Martin, Frank Sinatra, Sammy Davis Jr. e aquele outro, que eu esqueço o nome, bebiam todas, consumiam tudo, comiam qualquer uma – e eram o charmosíssimo “rat pack”.
Britney Spears, Lindsay Lohan, Paris Hilton e aquela outra, que eu também esqueço o nome, bebem uns champanhes a mais, tomam uns analgésicos, dão umas batidinhas de carro – e são as vadias bêbadas e drogadas de Hollywood.
É, o machismo acabou só para as caretas. Para as doidas continua valendo. Acho, inclusive, que as próprias mulheres têm culpa nesse atraso. Notoriamente mais competitivas entre elas, não competem apenas com a colega do lado, mas com todas as mulheres do mundo.
De Marilyn Monroe a Anna Nicole Smith, todas morreram sem uma amiga do lado. Por quê? Porque mulheres não são companheiras na sarjeta. Homens são. Ou seja, encontramo-nos no ponto em que, juntos, chegamos. Não sei se tem alguém torcendo contra a Amy Winehouse, no momento, mas, se tiver, é mulher.
Eu? Eu torço por ela mais do que pela seleção brasileira.”
Por Fernanda Young.

- Pessoa, porque tu tá comendo sanduiche de queijo com água com gás? Porque não pede um refrigerante?
- Porquê eu não bebo produtos da coca-cola.
- E porque tu não pediu um misto, só tá comendo queijo?
- Porquê eu não como carne.
Chega uma segunda pessoa na mesa, com o mesmo sanduiche de queijo e um suco.
- Pessoa dois, porque tu também tá comendo só queijo?
- Porquê eu parei de comer carne e beber refrigerante. Emagreci 3 kilos já. Olha só, minha barriga tá sequinha.
- Aiii eu também emagreci 3 kilos. Mas preciso emagrecer mais.
- Eu quero só perder barriga
- Ah, eu não. preciso realmente emagrecer.
eu – EI SÉRIO, PAROU A PUTARIA!!! VIRA HOMEM, CARALHO!!!
sim, eram dois homens nesse papinho de mulherzinha. Socorro!!!!
* Jajá, outra integrante do blog irá escrever sobre o desejo de ter um homem que cuspa no chão, coce o saco e ronque. ui.

Depois de uma curtissima temporada na Bahia, tenho alguma observações a fazer:
Não vou falar das coisas históricas e culturais e blablabla que foram legais de visitar, mas pros leitores daqui não vai ter muita graça.
O que realmente impressionou na Bahia foi a quantidade de homem bonito por metro quadrado! É uma surpresa a cada esquina. Você entra no ônibus, o trocador é lindo! Você vai descer, o motorista é ótimo! O rapaz da banca de revista, o garçom, o recepcionista do hotel…. todos lindos. Parece que eles já nascem com os músculos definidos. Uma beleza!
Agora, caminhar por Salvador é como passar o tempo inteiro na frente de uma construção. Porque a cada esquina é um “goxxxxtoooosa!”, “delíiiiicia” e “toda boa!”. Tem hora que enche o saco, mas não podemos mentir que saímos de lá nos sentido as mulheres mais gatas do Brasil. Auto-estima bombando!
E na buatchy? G-zuiz! O moço “To Hot For You”, que ficamos só apreciando, afinal, somos moças comprometidas. Mas, solteiras do meu Brasil, se joguem na Bahia que vocês vão se dar bem.

três amigas sentadas numa das mesas daquele bar supercafona da cidade. a conversa, como sempre, começou leve. de bichos de estimação queridos, foi para morte e absurdos do ser humano, passou por viagens e terminou em sexo. quer dizer, não terminou. por que eis que um vaqueiro aproximou-se da mesa. dançando assim como quem não quer nada. mas já puxando papo e tudo mais. então, a mocinha que era amiga das 3. mas estava sentada na mesa do vaqueiro, apreensiva, vem de longe e grita em advertência.
- Pereira Neto! Não Pereira Neto! Não senta nessa mesa que aí é perigoso pra você!
. e foi mesmo. por que uma das moças. estava inspiradíssima. mas pode ser que seja apenas um dom natural dela despertar desinteresse em um homem da maneira mais engraçada possível.
Pereira, tinha uma mãozona enorme. de dar inveja aos vaqueiros desse brasil. não sabia apertar a mão de uma mulher, mas não era um cara mal. nem um cara suficientemente bom…

Situação um: Você está dirigindo e vem aquela Hilux enorme cortando todos os carros, buzinando assim que abre o sinal e passando por cima de quem estiver na frente.
Situação dois: Você sai de uma festa com namorada e amigo, pára pra comer em alguma lanchonete da redondeza, chega uma criatura acompanhada de seus amiguinhos de merda, chutando cadeiras e taca um murro na sua cara. Assim mesmo, de graça.
Conclusão: Homens de pinto pequeno, tortos e brochas não deveriam conviver em sociedade, muito menos dirigir carrões na tentativa de compensar o tamanho do pinto.
(situações baseadas em fatos reais)

Estava eu um belo dia realizando um afazer doméstico quando repentinamente, como num flash, passa a habitar em minha mente essa canção do chiclete com banana, que para mim até então era uma espécie de “mantra incógnita para invocar demônios”
Confusa com aquele lapso repentino comecei a pensar, porque?
O que será que o cara barbudo de bandana na cabeça (que brega!) quis dizer com isso. Qual foi a fonte de inspiração dele? Será que era mesmo um “mantra incógnita para invocar demônios”?
Tensa com todas assas questões que começaram a brotar em minha mente, tentei verificar possíveis situações capazes de explicarem essa composição. Então como num surto visualizei a seguinte cena;
Dois amigos conversando numa calçada de uma rua bastante movimentada, o papo tava bacana, mas deu a hora de um deles ir embora (vou chama-los de A e B tá!) então o senhor “A” se despede de “B” e vai indo, atravessando a rua sorridente e serelepe, um tanto quanto desatento.
“B” percebendo a desatenção de “A” observa o amiguinho atravessar a rua…
Parece que naquele instante era chegada a hora de “A” partir, pois vinha em sua direção um ônibus escolar lotado de crianças gordas.
“B” desesperado grita “CARA!”.
“A” não da nem confiança para o grito de “B”
Então “B” preocupado balbucia para si mesmo em voz baixa “CARAMBA CARA”
Ainda tentando ajudar o amigo, “B” grita mais uma vez “CARA!”, mas já era sem tempo.
“A” foi esmagado pelo ônibus escolar repleto de crianças gordas.
Num ato desesperado “B” se ajoelha e grita “Ô!”
e talvez seja.

Estávamos 3 meninas conversando no sofá novo da casa do namorado da outra. eis que. entre um drink roxo e outro. Começou com o comentário “se eu fizer 30 e estiver solteirona, compro o meu!”.
Então, a mocinha que considerávamos uma Sandy, nos deu uma aula de vibradores! E nos surpreendeu com a abundância de conhecimento sobre o brinquedinho maroto.
Tem um que permite fazer D.P (vide google se não souber o que significa). tem a textura de um pênis humano e você pode escolher a sua cor preferida. E tem o preferido das meninas do Sex and The City, que tem o formato de uma caneta, você tira a tampa, encaixa do outro lado, e o bixinho começa a tremer frenéticamente!
“Uma vez, uma amiga de uma amiga, botou o seu singelo butterfly para fazer cooper na beira-mar. a pobre coitada não sustentava os joelhos e o exercício foi por água abaixo.”
E aquele que fica piscando uma luzinha, penetra assim e assado. e patati patatá…
Da conversa toda, o modelo preferido foi a calcinha vibratória movida a controle remoto.
Embora as mulheres, em geral, prefiram peso de homem em cima delas. esse modelo ganhou 5 estrelinhas na escala de interesse só pela possibilidade de ir a um jantar à luz de velas com o seu marido e, sem que ele saiba, entregar o controle em sua mão dizendo “aperta esse botãozinho do jeito que você quiser benhê.. é uma surpresa!”.

e aí que o gato raspa os pêlos do peito e vai cheio de amor pra dar mostrar pra namorada. A gata fica arrasada e não consegue mais nem encostar no namorado. O assunto gera discussão entre amigos:
- Homem pra mim tem que ser peludo!!! quanto mais melhor!
- e os pêlos do ovo?
- nem esses precisa raspar/aparar/depilar!!
- eeeeeeeeewwwwwwwww
e aí, pêlos, tê-los ou não tê-los?
Eu sou mega a favor de raspar o peito, não com gilete pq me remete àqueles bombadões cheios de óleo em concurso de alterofilismo. Mas usando a máquina, no 2, acho ótimo! Fica limpinho e, pra mim, não diminui em nada a masculinidade.
E os pêlos do ovo? Máquina neles também, POR FAVOR!!! e falando a verdade, até o pinto do cara fica maior, já reparou? Fora que a gente passa o maior sufoco na depiladora, tem umas que fazem até desenhinhos, colocam strass, pra quando chegar o bofe tá lá bem dizer a mata atlântica? NÃO!
Os das costas eu nem discuto, cêra quente neles!!!
Mas, e a namorada que gosta de peito a la TonY Ramos e o gato que tava curtindo raspar? Comofas?